08 de julho de 2026
Geral

Começa greve na USP de Bauru

Bruna Dias
| Tempo de leitura: 1 min

Começou ontem, às 13h, a greve dos servidores da Universidade de São Paulo (USP) em Bauru. Os professores ainda avaliam a adesão à greve, mas, a partir de hoje, o Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) afirma que o restaurante e o berçário da universidade já não funcionarão.

A representante do sindicato, Cláudia Carrer, afirma que a categoria reivindica aumento salarial da inflação, de 6,78%, mais 3% das perdas salariais. “Se a adesão for grande, vamos manter os 30% de funcionários para não prejudicar o atendimento no Centrinho”, frisou. A adesão ainda não foi medida pelo sindicato.

Na Unesp a paralisação dos professores chegou aos 90%, segundo Milton Vieira do Prado Júnior, da Associação dos Docentes da Unesp (Adunesp). Depois de assembleia realizada anteontem, o Movimento Estudantil definiu, em votação, apoiar os trabalhadores e também parar suas atividades a partir de segunda-feira. Servidores técnicos e administrativos da universidade continuam em greve.

Os professores devem ir a São Paulo hoje para uma assembleia geral.

Na tarde de hoje, também acontece uma reunião entre o Fórum das Seis (entidade que congrega os sindicatos de docentes e servidores da Unesp, USP e Unicamp) e a comissão técnica do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).

No entanto, no dia 3, haverá outra possibilidade de negociação com os reitores, já que os sindicatos farão um Ato Estadual em frente à reitoria da Unesp, em São Paulo, para tentar nova negociação com o Cruesp.