09 de julho de 2026
Internacional

Oito são processados por ataque na Praça da Paz Celestial em 2013


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Promotores do extremo oeste da China acusaram oito pessoas por um ataque nos arredores da Praça da Paz Celestial, em Pequim, em outubro de 2013, quando um carro perdeu o controle e atingiu a multidão, pegando fogo em seguida, informou a agência de notícias estatal Xinhua, neste sábado (31).

 

O governo da região agitada de Zinjiang também revelou novas políticas para apoiar uma campanha nacional antiterrorismo, oferecendo recompensas por armas entregues à polícia e exigindo que as empresas contratem mais moradores locais.

  

 

Minorias

 

O movimento antiterrorismo está focando em Xinjiang, lar de uma grande minoria muçulmana Uigur, depois de uma série de ataques sangrentos, pelos quais Pequim acusa os islâmicos e os separatistas da região.

 

Os Uigures são culturalmente mais próximos dos grupos étnicos ao redor da Ásia Central e da Turquia do que dos chineses da etnia Han, que compõem a grande maioria da população chinesa.

 

O governo chinês culpou os militantes separatistas de Xinjiang, pelo ataque em Pequim. Três pessoas do carro e dois pedestres morreram e 40 pessoas ficaram feridas durante a manifestação.

 

A procuradoria de Urumqi, capital de Xinjiang, indiciou os oito pessoas por “organizar, liderar e participar (de) um grupo terrorista e de por em risco a segurança pública através de ações perigosas”, informou a agência de notícias estatal Xinhua.