08 de julho de 2026
Geral

Seleção segue em frente

Dulce Kernbeis
| Tempo de leitura: 3 min

Se jogarmos a final contra Argentina e Itália, venceremos. É o que diz João Rosa. O sensitivo não sabe explicar direito porque não consegue, ainda que estejamos já no início da competição, dar uma resposta mais concreta, se chegaremos à final ou não. Isso com 100% de certeza como costumam ser suas previsões. Quem o conhece sabe que ele é bem positivo e não fica no popular “em cima do muro”. Ou é, ou não é.

Com ele, costuma ser assim. Mas quando o assunto é futebol, tudo complica e ele admite: “sei que, como sensitivo, teria que dar uma resposta mais concreta”, diz, rindo e brincando para justificar que está antevendo “algumas manipulações de resultados”. Aí sim, o astral fica sério. O que ele não pode (ou não quer) dizer é se essas manipulações serão favoráveis ou negativas ao Brasil. Mas acha que a opinião mundial e o negativismo poderão atrair energias maléficas que se traduzirão em mau desempenho.


‘Segundo lugar?’

Algo ele tem certeza: o Brasil não irá ficar pelo caminho, pelo menos estará presente até a semifinal. Menos mal, considerando que pelo, chaveamento das equipes, podemos enfrentar a campeã atual, Espanha. A rigor, nas suas análises, Espanha (que levou 5 a 1 da Holanda em seu primeiro jogo, realizado após João Rosa entregar sua previsão ao JC) é carta fora do baralho. Tanto que ele cita os adversários que podem nos complicar: Alemanha, França, Argentina e Itália.

Fazendo uma análise mais detalhada, João Rosa lembra que, se jogarmos uma final contra a Alemanha ou a França, pegaremos o segundo lugar. E se fizermos a final contra a Argentina ou Itália, daí venceremos.


Precaução e estrelas

Ele lembra também que será preciso se precaver não exatamente contra os adversários em si, mas contra as estrelas que podem brilhar de repente. Especialmente Messi e Cristiano Ronaldo. Eles podem fazer a diferença. Serão eles os jogadores mais “fortes” e “bem treinados” que oferecerão perigo. Existem mais uns três de outros times que podem desequilibrar. Diego Costa (o brasileiro que está jogando pela Espanha) até irá se destacar, “porém a mídia ainda focará mais os três, Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar, sendo que Messi e Neymar vão se sobressair mais e Cristiano num outro patamar, um pouco menos”. Diego Costa ficará aquém desses três no balanço final, diz João Rosa.

Mas ele atenta para que os ídolos brasileiros se previnam de lesões. E é enfático: há risco para o joelho no caso do Neymar e distensão do músculo da perna direita de Hulk.


Lamento e negatividade

Ao fazer uma conexão sensitiva com o País da Copa, João Rosa não deixa de lembrar o que ele vê e lamenta não termos aproveitado a oportunidade de melhorar a opinião do Brasil perante a comunidade mundial. Isso é o que pode afetar o desempenho da Seleção numa eventual final.

“Na minha opiniã,o todos esses acontecimentos nos últimos 15 meses (revoltas populares, inclusive) abalaram o mundo. Portanto, isso trará uma energia negativa e pré-julgamentos da nossa reputação como brasileiros. Essa negatividade poderá sim, trazer consequências para nossa vitória. O medo, o descaso, dentre outros sentimentos, tomaram conta do Brasil e do mundo”, lamenta.


Economia inversa

João Rosa lembra que o evento Copa foi criado para o “divertimento, a paz e a união entra as nações” e alavancar a economia. Descrente, entra aí uma opinião pessoal, “no item economia aconteceu exatamente o inverso. Eu que moro e atendo em São Paulo há 14 anos, percebi que a economia parou de março até agora. Acredito que tudo se normalize  em agosto. Assim espero”. Mesmo com esse lado negativo, o que ele deseja no fundo é “boa sorte ao Brasil”.