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Carlos Garcia/Reuters |
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Alex Garcia nome certo na lista de Magnano |
O técnico Rubén Magnano não fez mistério e chamou dez atletas que já eram esperados para a disputa do Mundial de Basquete na Espanha, de 30 de agosto a 14 de setembro. Em entrevista ao JC na última semana, o treinador já havia deixado claro que o armador Larry Taylor, do Paschoalotto/Bauru, e os brasileiros que estão na NBA teriam espaço na seleção. Além deles, também foram chamados atletas como o armador Marcelinho Huertas e o ala Alex Garcia, recém-contratado por Bauru, e que há 11 anos seguidos vem defendendo a camisa verde e amarela.
Sem conseguir a vaga através da Copa América, o Brasil entrou através de convite, pagando uma alta taxa à Fiba. Ontem, Magnano convocou dez atletas, que se apresentam para o início dos treinos no dia 20 de julho, em São Paulo. O treinador ainda vai chamar mais jogadores que disputarão o Sul-Americano na Venezuela, de 24 a 28 de julho – grupo que conta com o armador Ricardo Fischer, do Bauru – para fechar o elenco do Mundial.
Norte-americano de Chicago naturalizado brasileiro em 2012, o armador Larry Taylor participou das Olimpíadas de Londres, há dois anos, e da Copa América, em 2013. “Fico feliz por ser lembrado pelo Magnano e darei meu máximo em cada treino e jogo. Temos um grupo muito bom e acredito que possamos surpreender neste Mundial e fazer história”, disse Larry. Já Alex destaca que o empenho de todos será grande. “Temos uma expectativa muito boa para o campeonato. Temos um time forte e estamos com muita vontade de vencer”, comenta o ala, pela assessoria de imprensa do Bauru Basket.
Tudo certo
No vexame da Copa América 2013, quando o Brasil perdeu todas as quatro partidas que disputou e terminou na última colocação do Grupo A, os quatro principais jogadores que atuam na NBA (Anderson Varejão, Nenê, Tiago Splitter e Leandrinho) pediram dispensa. A atitude revoltou Rubén Magnano, que, passada a competição, disparou contra eles.
Mas o treinador sabe da importância destes nomes e fez questão de conversar com todos para garantir o bom ambiente da seleção no Mundial. “Sobre o ambiente, não posso fazer futurologia, mas o importante é que decidi viajar, conversar cara a cara com todos. Eles falaram o que sentiam, eu falei o que sentia e o bate-papo foi muito direto. Cada um se expressou e agora é hora de trabalhar”, disse.