A dívida pública federal cresceu 3,43% de abril para maio, somando R$ 2,122 trilhões, informou o Tesouro Nacional ontem (veja quadro).
Essa conta representa a soma dos endividamentos interno e externo do País, que são bancados sobretudo pela emissão de títulos.
Em maio, as emissões da dívida pública federal totalizaram R$ 59,25 bilhões. Os resgates somaram R$ 8,26 bilhões - o que resultou numa emissão líquida de R$ 50,1 bilhões.
Do total da dívida brasileira, a interna está em R$ 2,029 trilhões, enquanto a dívida externa encerrou maio em R$ 93,22 bilhões.
Perfil
As instituições financeiras são as maiores detentoras de títulos da dívida pública brasileira. Ampliaram sua participação de 27,9% em abril para 28,3% em maio.
Em seguida, estão os fundos de investimento, que aumentaram a participação de 20,71% em abril para 21% em maio.
O prazo médio de vencimento da dívida pública federal - uma medida de quanto tempo o país tem para honrar com os seus “credores”- diminuiu de 4,51 anos em abril para 4,43 anos em maio.