A Polícia Civil, por meio do setor de defesa da mulher da Central de Polícia Judiciária (CPJ), informou nesta quarta-feira (6) que não divulgará para a imprensa o andamento das investigações sobre o caso de estupro coletivo (envolvendo cerca de 10 homens), denunciado na noite do dia 1 de agosto, em Bauru.
|
Quioshi Goto/Arquivo JC |
|
|
|
Delegada Priscila Bianchini só voltará a falar com a imprensa no fim do inquérito |
De acordo com a delegada Priscila Bianchini, o sigilo em relação ao andamento é para não atrapalhar as investigações. Assim, a polícia só voltará a falar com a imprensa no fim do inquérito para divulgar a conclusão do caso, que deve ser finalizado na próxima segunda-feira (11).
Conforme o JCNet publicou ontem (5), a Polícia Civil aguarda hoje (6) o laudo do Instituto Médico Legal (IML), realizado por médico legista na Maternidade Santa Isabel, onde a adolescente recebeu atendimento. O resultado será fundamental para esclarecer o teor da denúncia e a veracidade dos depoimentos.
Ontem (5), a jovem de 17 anos que denunciou ter sido vítima de estupro coletivo, no Jardim Panorama, em Bauru, foi ouvida pela polícia. Ela mantém a denúncia, porém afirmou, em depoimento, que não conseguirá identificar todos os acusados. Outros cinco suspeitos de terem participado do ato também foram ouvidos oficialmente nesta manhã.
Segundo a delegada Priscila Bianchini, a jovem corrobora o seu primeiro depoimento, dado à Polícia Militar (PM), ainda na noite da última sexta-feira (1).