09 de julho de 2026
Polícia

Mais uma criança é vítima de estupro em Bauru

Bruno Freitas
| Tempo de leitura: 2 min

“Ele esperava minha mãe dormir para entrar no meu quarto durante a noite”. Essa foi a declaração de uma criança de 10 anos que levou à prisão o seu padrasto, um jovem de 23, acusado de abusar sexualmente da vítima no Parque Santa Cândida, em Bauru. Esse foi o segundo caso de estupro de vulnerável registrado na Polícia Civil em menos de 3 dias na cidade (Leia mais abaixo).

Segundo a polícia, a vítima mora com a mãe e o acusado. A criança relata que teria sofrido diversos abusos nos últimos dois meses. A vítima revelou isso quando visitou o pai e a madrasta, no final da noite desta segunda-feira (8).

Segundo consta em boletim de ocorrência (BO), após tomar conhecimento do ocorrido, eles procuraram a Polícia Militar (PM).

Ainda de acordo com o BO, policiais militares foram até a casa do padrasto e, após não mencionar nada sobre a acusação dos abusos e nem desmentir a denúncia, ele foi preso e encaminhado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Bauru, onde recebeu voz de prisão e foi levado à Cadeia de Barra Bonita.

A criança foi encaminhada para a realização de exames de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML) de Bauru e passará por avaliações psicológicas.

Há 3 dias outro padrasto foi acusado do mesmo crime

Na última sexta-feira (6), um homem de 30 anos foi preso em flagrante por ter abusado da enteada de 10 anos. Mas, desta vez, ele foi surpreendido pela própria mãe da vítima. O caso aconteceu no Núcleo Gasparini e, após ser denunciado na Polícia Civil pela mãe e pela garota, o homem foi capturado pela Polícia Militar (PM), reconhecido pela vítima e teve a prisão ratificada.

Para confirmar a desconfiança, a esposa teria fingido dormir e, quando notou o companheiro acordando, resolveu segui-lo e o surpreendeu no quarto da criança. O acusado também teve a prisão temporária decretada por 30 dias e foi encaminhado para a Cadeia de Barra Bonita.

Denuncie

Caso você seja vítima de abuso ou conheça algum caso, a denúncia pode ser feita no disque-denúncia no 100 ou 181; ou na Polícia Militar por meio do 190. Em todos os casos, o sigilo é garantido.