08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Dilma Rousseff


| Tempo de leitura: 2 min

Depois de um longo período de anonimato, aliás, mais longo que eu esperava, retorno a esse importante espaço democrático para, infelizmente, demonstrar a minha insatisfação acerca de fatos deveras desagradáveis que arruínam a pátria tão maltratada Brasil. Mas vamos ao que interessa. O artigo que hora escrevo refere-se àquela que é a principal candidata de uma disputa eleitoral. É importante que cada indivíduo dirija-se ao seu local de votação para ou confirmar que esta continuará ocupando a principal cadeira do executivo ou a deixará no primeiro dia do ano de 2015.

Porém, como pode esta senhora que atende pelo nome de Dilma Rousseff vir ao horário eleitoral gratuito, que, aliás, de gratuito não tem nada, pois nossos impostos sustentam essa palhaçada em rede nacional, dizer que o nosso país avançou, que as desigualdades sociais foram dirimidas e até mesmo eliminadas, que não há mais fome e miséria, que vive-se às mil maravilhas e que nada precisa melhorar. Lanço uma pergunta a você que, caso essa missiva seja publicada: Será que ela e nós moramos no mesmo país? Que avanços tão grandes houve, respectivamente, em seu mandato dos últimos quatro anos e do seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva, que ocupou o posto que ora é titular, de 1 de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2010 ? Aonde é que estão as maravilhas apregoadas veementemente por essa senhora?

Ok, ok, pode até ter havido alguns avanços graças a essa política assistencialista a custa de votos em demasia por meio dos bolsas-tudo tais como: bolsa escola, bolsa família, bolsa sexo (para aquelas que exercem a profissão mais antiga do mundo), de modo algum as discriminando , bolsa gás, auxílio reclusão para aqueles que estão "pagando" sua dívida com a sociedade por meio da retirada de sua liberdade, enfim, benefícios mil que impedem os indivíduos de lutarem por aquilo que desejam, dando-lhes o peixe, não ensinando-os a pescar.

Aliás, essas ajudas podem até ser de grande valia, mas que aqueles que adiram a elas que o façam de forma temporária, mas que após recuperarem as suas capacidades produtivas e econômicas já estando em condições plenas de produzirem através de novas atividades profissionais, sejam elas de nível médio, técnico ou superior, não importa, possam solicitarem seu descredenciamento
O que se deve valorizar é aquele bem que cada indivíduo adquire através de seu esforço, daquele que levanta-se logo depois dos primeiros raios de sol adentrarem em sua janela, toma seu café da manhã conseguido com o suor do seu rosto, pega sua condução, seja ela própria ou coletiva e dirige-se ao seu local de trabalho, aonde em mais um dia ele produzirá realizando suas atividades e, ao findar do dia, poderá, mesmo fatigado, dizer: "Obrigado Senhor, hoje eu cumpri a meta e realizei meu trabalho com as suas bênçãos".

Rodrigo Cabello