Mais uma vez atacam o efeito ao invés da causa. Por que melhorar o ensino, levar crianças a aprenderem, desenvolver suas habilidades, inteligência, se podemos simplesmente mudar a língua, para adaptá-la ao que se vê hoje nas redes sociais? Uma linguagem pobre, abreviada e exatamente como diz o artigo, "mais próxima da fala". Fico com medo de pensar qual seria o próximo passo... Voltar aos grunhidos?
Rogério Munduruca