O grande esforço de uma parcela da comunidade gay por uma urgente aprovação do projeto de lei PLC 122, que criminaliza a homofobia, entrando desta forma em colisão com a liberdade de expressão no país, ao impedir qualquer objeção e restrição, como dos evangélicos, os quais a tem denominado de "A lei da mordaça".
Neste embate, temos algumas definições do que seja a homofobia: medo (receio), aversão, repugnância, ódio e preconceito. Afora o ódio, que alguns praticam, vemos que os cristãos aceitam as pessoas como elas são. Apenas são contrários às suas práticas (sodomitas).
Justamente esses atos sexuais (comercializados ou não) somando com muitas atitudes explícitas dos titulados GLBT, torna-se difícil de contextualizar como aceitáveis. A não ser em um futuro próximo, em que grande parte da sociedade irá digerir, pois já temos padre, igreja, magistrado e até a pauta papal que está para rever as reivindicações desta comunidade GLBT.
Por ora, antes desta possível legitimidade desta lei (gay), não há obrigação de aceitar e suportar essa exclusiva expressividade ostensiva de alguns (GLBT), que constrange outrem, a resultar em medo, aversão e até repugnância, circunstâncias estas não significando homofobia, a ser incriminada, logo, logo (em breve).
De outro lado, a citada exclusividade de proteção (do estado) para com comportamentos incertos e variados, tende a um resultado de sociopatia (desobrigação social), como acontece em alguma família, em que há um preferido. Esse protegido (queridinho) poderá ser egocêntrico, manipulador, cínico e dissimulado, entre outras mazelas pessoais em prejuízo aos demais da família, geralmente irmãos.
Esta generalização tão requerida só por sexualidade faz parecer que são incapazes e inocentes (pecadores), que nunca cometem abusos, infâmias e maldades variadas. Assim vemos À somatização citada pelo apóstolo S. Paulo: "Por causa disso, os entregou Deus as paixões infames, porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro contrário a natureza. Semelhantemente os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente sem sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos, a merecida punição do seu erro ? Aos Romanos 1. 26,27".
Contudo, o Senhor Deus nos ama, incondicionalmente.
Carlos Roberto dos Santos