A oferta de cursos de ensino superior a distância no Brasil pode ter novas regras a partir do próximo ano.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) apresentou ontem proposta que aumenta o rigor sobre a qualidade dessas graduações e o perfil das instituições ofertantes.
Entre as mudanças propostas está, por exemplo, a exigência de especialização dos tutores de cursos à distância, espécie de monitor que auxilia o aluno a realizar exercícios e a tirar dúvidas. Hoje, não há esse pré-requisito. Também está previsto que uma escola, para ofertar curso de ensino a distância, precise apresentar, no mínimo, conceito institucional 4, em escala de 1 a 5.
Esse indicador é resultado de avaliação feita por representantes do MEC, que visitam as instituições e vão até o local para avaliá-las. Hoje, o conceito 3 já é considerado satisfatório pelo governo - tanto para cursos presenciais como à distância.