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Ator, sobrinho de Edson Celulari e que viveu parte da infância e adolescência em Bauru, também atua na produção da peça “Feliz Ano Velho” |
O ator Pedro Garcia Netto, que viveu boa parte da infância e adolescência em Bauru, voltou a atuar em telenovelas agora no mês de dezembro e está interpretando o veterinário Leonardo, na novela Vitória, da Rede Record. A novela é exibida desde junho deste ano no horário nobre e tem como personagem principal Artur, interpretado por Bruno Ferrari, que é um jovem rico proprietário do Haras Arminho, paraplégico e que nutriu a tristeza e o desejo de vingança pelo seu suposto pai Gregório, vivido por Antônio Grassi. Artur ficou paraplégico ao cair de um cavalo dado por Gregório, que nunca conseguiu superar esta tragédia e acaba o rejeitando.
Pedro, que é sobrinho do ator Edson Celulari e conhecido pelos trabalhos na Rede Globo como “As Filhas da Mãe”, “Cobras e Lagartos”, “Eterna Magia”, “JK”, “Ciranda de Pedra” e “Caras e Bocas”, estava se dedicando ao teatro desde sua última novela global, que foi ‘Insensato Coração”, em 2011.
Em janeiro do ano que vem, Pedro também fará participação na segunda temporada da minissérie “Milagres de Jesus”, também da Rede Record, no episódio “A mulher de Cananéia”. Para ele, está sendo muito bom esse retorno.
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Pedro está na produção da peça "Feliz Ano Velho" |
“Estou feliz em fazer essa participação na novela Vitória da Record. Meu personagem é o veterinário Leonardo. A oportunidade de trabalho foi ótima, pois como ator sempre estou disposto a trabalhar nas produções que me oferecem oportunidade”, disse.
Projetos
O ator também contou para o JC que tem um projeto para a Rede Globo o ano que vem. “Estou torcendo para que se concretize, vamos ver se dará certo”, disse. No teatro ele está produzindo a peça “Feliz Ano Velho”, de Marcelo Rubens Paiva, que conta a história de Marcelo em relação ao acidente trágico que o deixou paraplégico e também a história do desparecimento do seu pai, o deputado Rubens Paiva, vítima da ditadura militar, em 1991.
A peça foi um marco na década de 80 e faturou os três principais prêmios do teatro brasileiro: Mambembe, Molière e APCA. “A peça é extraordinária e trabalha com o tema de superação. Estamos buscando patrocinadores e seria um sonho estrear essa peça em Bauru. Quem sabe?”, disse.