Uma mulher de 79 anos recém-operada que desembarcava de um voo da Gol em Maringá (PR), na noite de Natal, fraturou uma costela e sofreu um edema pulmonar após a cadeira de rodas em que estava se soltar de uma esteira usada pela empresa aérea na retirada da passageira do avião.
Eliane Almeida Figueira, 37 anos, filha de Waldereza, disse que funcionários da Gol deixaram de travar as rodas da cadeira no equipamento que faria, da aeronave até o solo, o transporte de sua mãe. A passageira usava cinto de segurança na cadeira no momento do acidente, segundo Eliane.
A família havia saído de Campo Grande (MS) e desembarcara em Maringá na noite de Natal para uma conexão com destino a Salvador (BA). A viagem era um presente dado à passageira como forma de compensar os problemas de saúde enfrentados por ela durante o ano. Eliane afirma que houve despreparo da Gol e que, após o acidente, funcionários da companhia aérea ficaram “paralisados” e “sem reação”.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Gol disse que “lamenta o ocorrido e ressalta que a cliente tem recebido toda a assistência”.