Em breve, os bauruenses devem sentir “no bolso” o aumento da tributação sobre o óleo diesel e a gasolina. Isso porque a Petrobras decidiu manter estratégia de recomposição de caixa diante da defasagem positiva de preços no mercado doméstico frente ao Exterior. Diante disso, os custos serão repassados aos consumidores.
Por enquanto, nada mudou na cidade. “Só a gasolina que está sofrendo pequenos reajustes por conta do aumento do preço do álcool anidro, já que, há um mês e meio, vivenciamos o período de entressafra da cana-de-açúcar”, argumenta Edivaldo Abílio Tuschi, dono de um posto de combustíveis.
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sincopetro), José Antônio Reghine, concorda.
“Em relação ao diesel, o preço não sofreu alterações”, acrescenta. Contudo, a partir de fevereiro, os preços irão subir não só em Bauru, mas em todo o País.
Tributos
Na segunda-feira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou aumento da tributação de combustíveis a partir da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e PIS/Cofins, que juntos terão impacto de R$ 0,22 por litro de gasolina e R$ 0,15 sobre o diesel.
Todavia, levará 90 dias para a Cide entrar em vigor.