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Tibiriçá é um lugarejo de nome comum na região, mas alguns ainda desconhecem que ele é distrito de Bauru. Esse é um dos motivos pelo qual o bloco carnavalesco Estrela do Samba de Tibiriçá escolheu falar da própria “terra”, contando também, em meio ao samba, as lendas tradicionais da cidade. O enredo escrito por Guilherme, Laércio, Zuza e André convida: “Tibiriçá está no mapa!!!! Venha conhecer suas histórias, mitos e lendas”. Uma das características do distrito é o amor à terra, a ruralidade.
Uma delas é a história da noiva que morreu em uma conhecida fazenda do lugarejo. “Nós crescemos ouvindo essa lenda. Tínhamos medo de passar pelo local. Também tem outras histórias do campo que vamos levar para o público”, disse a integrante do bloco Dulcinéia Cosmo. O Estrela do Samba nasceu já fazendo parte da vida de Dulce, como gosta de ser chamada, e toda a sua família, na década de 90. “Primeiro desfilávamos em Tibiriçá mesmo, depois fomos convidados para desfilar em Bauru, desde então estamos lá. Muitas pessoas ainda não sabem que Tibiriçá pertence a Bauru, então este ano estaremos falando da zona rural, da nossa alegria, das nossas lendas”, contou Dulce.
Os integrantes do bloco contaram ao JC que o distrito é cercado de lendas e mitos, como o da noiva. Apesar de ser considerada lenda, a morte da noiva em uma fazenda ainda aterroriza adultos e crianças em Tibiriçá. Será mito ou verdade?
Mulher no comando
O intérprete do samba-enredo, neste bloco é “a” intérprete. Depois que termina o expediente como cabeleireira, Rosângela Cosmo, 47 anos, deixa a sua “estrela” brilhar nos ensaios do bloco de Tibiriçá. O Estrela do Samba de Tibiriçá 280 integrantes, bateria composta por 50 pessoas e desfilará com dois carros alegóricos.
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Aceituno Jr. |
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A bateria da Estrela do Samba de Tibiriçá possui 50 integrantes |