11 de julho de 2026
Nacional

Polícia Federal ainda contabiliza dinheiro apreendido na nona fase da Lava Jato

Agência Brasil
| Tempo de leitura: 1 min

PF/Divulgação

Um sócio da empresa Arxo, alvo da nona fase da Operação Lava Jato, deflagrada na quinta-feira (5), deve se apresentar nesta sexta à PF

Um sócio da empresa Arxo, alvo da nona fase da Operação Lava Jato, deflagrada na quinta-feira (5), deve se apresentar logo mais à Polícia Federal. João Gualberto Pereira teve mandado de prisão expedido pela Justiça, mas estava nos Estados Unidos. Segundo a defesa, assim que desembarcar no Brasil,  ele vai para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Pereira não é considerado foragido.


Nesta quinta-feira (5), foram presos no município catarinense de Itajaí Gilson Pereira, sócio da Arxo, e Sérgio Ambrósio, diretor financeiro. Conforme o Ministério Público Federal, a empresa é acusada de pagar propina para obter contratos com a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. A Arxo comercializa tanques de combustíveis.

De acordo com o advogado Charles Zimmermann, não houve pagamento de propina nos 12 anos em que a Arxo mantém contratos com a Petrobras. "Lamentamos as prisões temporárias. Se tivéssemos sido chamados, colaboraríamos com a polícia, sem nenhum problema. Estamos esclarecendo e vamos resolver isso nas próximas horas", disse Zimmermann.


De acordo com o delegado responsável pelas investigações da Lava Jato, os três presos ligados à empresa devem prestar depoimento nesta sexta-feira (6).