O sistema político brasileiro, dono do poder, conseguiu arruinar o Brasil e hoje estamos vivenciando uma economia direcionada para uma possível crise, pois esse processo negativo vem se instalando há algum tempo no Brasil, apesar de que este governo, a nível federal, no poder há décadas, no meu entendimento e de muitos outros cidadãos é o único responsável por negligenciar na gestão pública por deixar de adotar a ferramenta mais importante da administração, da logística eficiente, eficácia e qualitativa do planejamento estratégico a longo e em curto prazo direcionando o gerenciamento processual nos aspectos do mercado global e interno dentro do processo responsável e transparente.
Esta equipe econômica escolhida pelo Planalto, de primeiro escalão, vem transferindo as responsabilidades aos trabalhadores brasileiros pelo resultado negativo comercial alcançada por ingerência administrativa da equipe anterior do mesmo governo, porém, o remédio receitado está impactando, desacelerando e arruinando a economia brasileira, certamente que as contas externas tiveram o pior saldo dos últimos tempos pelo déficit da balança comercial, que somou US$ 90,9 bi somente no ano de 2014, ou seja, mais de 4% (PIB), nenhuma economia sobreviverá nesse aspecto.
O que mais entristece os brasileiros é perceberem que o resultado negativo das contas públicas, certamente, na minha concepção é que a prática desse modelo de politicagem corporativista que na certa estabelece ao Planalto leiloar os cargos do primeiro e do segundo escalões aos apadrinhados que, na maioria, são desqualificados para as funções que exigem níveis técnicos, ou seja, conhecimento daquilo que se comprometeu a desempenhar, desde a instalação dos ministérios aos gerentes e diretores de departamentos. Essa política de compadres, nós, os mortais trabalhadores, estamos pagando pelo descalabro e ingerência desta administração ineficiente, ineficácia e viciosa.
Essa falência econômica estava desenhada há tempo, porém, o governo omitiu a realidade devido so ano de eleição e os interesses políticos prevaleceram em detrimento aos interesses do povo com intuito da permanência no poder. Essa enfermidade instalada há tempo foi mascarada devido à campanha eleitoral que contemplou na reeleição deste governo. O compromisso de campanha foi comprometedor ao ludibriar a boa fé dos brasileiros que acreditaram nas falsas promessas. Aqueles eleitores que acreditaram na fantasia, coitados, eles foram vendados, estavam cegos, mudos e surdos.
Contudo, nós, brasileiros, que infelizmente acreditaram nas falsas promessas, vamos padecer iguaizinhos àqueles que não acreditaram nas mentiras, com uma pequena exceção das benesses distribuídas aos afilhados mantendo o vício corporativista que incide na desmoralização.
Sete bilhões da receita orçamentária que seria destina para investimento na educação foram cortados pelo governo federal, demonstrando claramente que o baixo clero tem que ser leigo, viver vendado, mudo e surdo e viva a crise brasileira.
Antônio Carlos Rodrigues, descontente com o governo