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Malavolta Jr. |
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Defesa Civil: quando o tempo fecha, orientação é evitar imediatamente típicos pontos de inundação |
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Rotas de fuga
Segundo as orientações do coordenador da Defesa Civil, Álvaro de Brito, para evitar transtornos, o ideal é nem tentar trafegar pela Alfredo Maia em dias de chuva. Entretanto, para os que precisam chegar até residências ou empresas da região, a dica é utilizar o único acesso disponível: a quadra 1 da rua José Bastos, com duas rotas de fuga nas ruas Bernardino de Campos e Sabadino Scriptore, paralelas à Alfredo Maia.
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Não é preciso mais do que alguns minutos de chuva intensa, até mesmo em pontos isolados, para que Bauru sofra com os transtornos causados pelos alagamentos.
Muitos são os trechos sujeitos a inundação e conhecidos há anos por bauruenses. Para escapar de alguns deles há rotas alternativas, para outros, a única saída é esperar a chuva passar e a água baixar para transita.
Em Bauru, segundo o coordenador da Defesa Civil, Álvaro de Brito, de maneira geral, há poucas rotas alternativas para fugir dos pontos de alagamento. “Cerca de 15 córregos passam dentro da cidade e dezenas de ruas são cortadas pela ferrovia. O ideal seria realizar a transposição disso tudo. Entretanto, é sempre aconselhável evitar os pontos que já são conhecidos por apresentarem riscos de enchentes”, alerta.
E há várias regiões sob risco de cheia, entretanto, a mais conhecida e crítica delas é a avenida Nações Unidas, uma das principais artérias do trânsito de Bauru. Basta chover forte para que a população ligue o alerta de perigo para a via, que é palco constante de enchentes e enxurradas que, há anos, danificam o asfalto e calçadas, modificam a direção do trânsito, danificam automóveis e já causaram a morte de pessoas.
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Rotas de fuga
Para escapar da correnteza que se forma no trecho, para quem desce a avenida em direção à rodoviária, a saída é subir a rua Júlio Prestes e virar à esquerda. Esta é a última rua antes do alagamento. Quem vem da região da rodoviária sentido Centro deve pegar a rua Aparecida.
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Viaduto
Entre os trechos de maior vulnerabilidade está a parte mais baixa da avenida, ou seja, a região do Terminal Rodoviário. Apesar de enxurradas também se formarem na altura do Parque Vitória Régia, é no entorno da Nações sob o viaduto da rede ferroviária, próximo ao Terminal Rodoviário, que o tráfego precisa de mais cuidados. “Na primeira metade da década de 1990, uma mulher morreu tragada pela enxurrada e uma criança foi dada como desaparecida na localidade”, lembra Brito.
O comerciante Antônio Roberto Vicente vive na região há muitos anos e garante já ter passado muito susto com a enxurrada que passa por ali. “Já presenciei afogamentos, carros submersos... O negócio é se precaver. Choveu, não passo por esse viaduto”.
Pancadas
Segundo a meteorologista Rita Cerqueira Lopes, do Instituto de Pesquisas Meteorológicas da Unesp de Bauru (IPMet), chuvas mais intensas, como as dos últimos dias, devem se concentrar no período da tarde nos próximos dias e seguir diminuindo gradativamente. A tendência é que as pancadas sigam até o final de março.