Pactuar com o comodismo estudantil é definitivamente autograduar-se com o sopro vitalício perdido. O conhecimento movido por um processo de satélite e ondas, passado por um objeto midiático, disponibilizam o raso, a mera escritura diplomática para rechear seu currículo sem esforços.
Unir meirinhos em julgamento ao crescimento da Educação a Distância seria altamente questionável já que mesmo com o declínio vergonhoso gerado no Brasil ainda disponibilizam inúmeros programas aos desfavorecidos social e economicamente.
A presença física é o ponto médio de um plano cartesiano, o contato com o professor é o ponto máximo, a permanência de costumes antiquados em relação à tecnologia implantada no século XXl é primordial, a era que está encrustando-se mundialmente é catastrófica, a humanidade foi colocada atrás de rótulas, o ser alienado é o foco.
É lúdico autoqualificar-se com o modo "online", um ser pensante necessita de méritos bem constituídos, o diferencial imposto na sociabilidade medíocre, possuímos caminhos incontáveis, das escolhas surgirão às consequências, basta haver um julgamento de uma genuína bactéria ou basear-se em Einstein, o qual pregava o medo como o impedimento do jogo vitalício.
Caroline Bertoti Palhares, estudante.