Na iminência de mais uma bomba prestes a explodir em Bauru - o aterro sanitário esgotado, penso em algumas coisas que já poderiam estar sendo feitas há muito tempo por nós mesmos, independentemente do poder público, mas somos adeptos do conforto máximo e não voltamos ao passado, começando com as sacolinhas de supermercado que voltaram biodegradáveis, sim, mas ainda com muito volume.
Podíamos descimentar nossos quintais para que os mesmos pudessem absorver as águas da chuvas, até enterrar algum lixo, e plantar algumas coisas para amenizar o calor.
Nos supermercados também há a opção de comprar alguns produtos sem a embalagem. Ex: refrigerantes com vasilhame retornável. Mas enquanto a água não bater na bunda ou, pior, enquanto ela não nos afogar, vamos empurrando com a barriga mesmo...
E vamos esperando do poder público uma melhor programação, e talvez uma usina de lixo. Quem sabe...
Marco Zambon