O procurador Geral da República encaminhou um documento ao Supremo Tribunal Federal com nomes de pessoas, a maioria do campo político, propondo que sejam investigadas em relação à operação Lava Jato. O fato não deveria merecer tanto alarde. Considerá-las culpadas é um julgamento prévio, pois nenhuma dessas pessoas foi citada criminalmente ou teve a oportunidade de se defender. Até que isto aconteça, todas são inocentes, independente do partido a que pertençam. Agir de forma diferente é romper com o principio básico de que ninguém é culpado até que seja submetido a julgamento
Uriel Villas Boas