09 de julho de 2026
Geral

Prefeitura e químicos em campanha sobre abastecimento de veículos


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Nesta quarta-feira (18), a Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), e Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Bauru e Região apoiam a campanha “Não passe do limite”, que visa conscientizar frentistas e donos de veículos sobre o jeito correto de abastecer, completando o tanque só até o automático, para proteger a saúde de todos.


Ao encher o tanque além do limite do automático, frentista e clientes expõem-se aos vapores da gasolina, que contém diversas substâncias químicas invisíveis ao olho nu, mas extremamente perigosas à saúde.


A campanha “Não passe do limite”, do Cerest Estadual, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Saúde do Estado, foi lançada nesta segunda, em São Paulo. Hoje, o Cerest-Bauru e agentes da Divisão de Vigilância Ambiental vão realizar ações de conscientização em postos de combustível de Bauru e região. A ação terá a distribuição de folhetos educativos, impressos com apoio do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Bauru e Região.


“O Sindicato dos Químicos participa desta campanha porque é um sindicato cidadão, que realiza e apoia iniciativas que visam a melhoria da qualidade de vida dos seus associados, dos trabalhadores e da sociedade como um todo. E esta campanha tem como objetivo a saúde de frentistas, e clientes e a preservação do meio ambiente”, afirma Vanderlei Aparecido Oliveira, 1.º tesoureiro do sindicato.


A gasolina e seus vapores, em curto prazo, podem causar dor de cabeça, tontura, náusea, vômito, irritação das vias respiratórias, irritação à pele e aos olhos, sonolência e vertigem. A longo prazo, podem provocar danos ao sistema nervoso central, ao fígado e ao sistema sanguíneo. Podem provocar câncer, defeitos genéticos, prejuízos à fertilidade e ao feto e até morte.


Ao abastecer somente até o travamento automático da bomba, além de evitar danos à saúde dos frentistas e dos clientes, evita-se também a contaminação do meio ambiente e danos ao veículo. Abastecer até a “boca” do tanque pode danificar o dispositivo do veículo que controla as emissões de vapores tóxicos e causar a liberação desses gases ao meio ambiente. E, se o dispositivo estiver danificado, pode haver aumento do consumo de combustível, queda de rendimento do veículo, além de riscos mecânicos.