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Reprodução Internet |
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O presidente da companhia alemã informou que 150 pessoas - e não 148 como informado inicialmente - seguiam a bordo do Airbus A320 |
O presidente da companhia alemã Germanwings informou que 150 pessoas - e não 148 como informado inicialmente - seguiam a bordo do Airbus A320 da companhia que caiu nesta terça-feira (24) nos Alpes franceses, informou a agência France Presse.
Os destroços do Airbus A320, que caiu nos Alpes franceses nesta terça-feira (24), foram localizados. A aeronave caiu a 2 mil metros de altitude. O ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, disse que uma caixa preta do A320 da Germanwings também foi localizada.
A BEA, a agência de segurança de voo francesa, iniciará a análise do conteúdo da caixa preta ainda nesta terça-feira, informou o Ministério do Interior. Tais registros costumam ser fundamentais na determinação das causas de um acidente. Em uma das caixas ficam registradas as conversas da cabine e a outra grava dados do sistema da aeronave. Não estava claro qual das duas foi recuperada.
O voo, que fazia a ligação entre Barcelona (Espanha) e Düsseldorf (Alemanha), tinha a bordo 144 passageiros e seis tripulantes. A lista com os nomes está sendo elaborada.
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Reuters |
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Destroços são do Airbus são vistos nos Alpes Franceses |
O secretário de Estado dos Transportes de França, Alain Vidalies, declarou que “não há nenhum sobrevivente” entre os ocupantes do avião.
A maioria dos 142 passageiros formada por cidadãos da Alemanha que regressavam ao país depois de férias em Barcelona e Palma de Maiorca, segundo trabalhadores da Swissport, empresa que trabalha para a companhia alemã.
Governo diz que 45 passageiros da Germanwings têm sobrenome espanhol
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Agência Lusa com ABr |
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Parentes das vítimas do avião Airbus A320 da Germanwings, que caiu no sul da França, começam a chegar ao Aeroporto El Prat, em Barcelona |
Parentes das vítimas do avião Airbus A320 da Germanwings, que caiu no sul da França, começam a chegar ao Aeroporto El Prat, em Barcelona, de onde decolou com destino a Dusseldorf, na Alemanha.
O governo espanhol criou um gabinete de crise na sequência do desastre com o avião que caiu nesta terça-feira (24) nos Alpes franceses com 150 pessoas a bordo. A porta-voz do governo espanhol, Soraya Sáenz de Santamaria, informou que na lista dos passageiros estão 45 pessoas com sobrenomes espanhóis.
O Airbus A320 da Germanwings, filial de baixo custo da empresa alemã Lufthansa, partiu de Barcelona, na Espanha, rumo a Düsseldorf, na Alemanha.
O secretário de Estado dos Transportes de França, Alain Vidalies, declarou que “não há sobreviventes” entre os ocupantes do avião. A maioria dos passageiros seriam cidadãos alemães que regressavam à Alemanha, segundo trabalhadores da Swissport, a empresa que trabalha para a companhia alemã.
O presidente da Lufthansa, Carsten Spohr, manifestou na sua conta no Twitter “profunda compaixão” para com as famílias dos passageiros e tripulantes.
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Kirsten Neumann/Reuters |
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Velas são acesas em escola alemã em Haltern am See após acidente de avião que matou estudantes da instituição |
Alunos e professores alemães choram por colegas mortos
Alunos e professores de uma escola de segundo grau de uma pequena cidade da Alemanha irromperam em lágrimas ao se darem conta de que 16 estudantes e dois professores da instituição estavam a bordo do avião da Germanwings que caiu na França nesta terça-feira (24) a caminho de Duesseldorf.
Os alunos da escola Joseph-Koenig-Gymnasium estavam a caminho de casa depois de passar uma semana no Institut Giola, em Llinars del Vallès, perto de Barcelona, na Espanha, em um programa de intercâmbio.
Foi uma recíproca à visita de 12 estudantes espanhóis que passaram o mesmo período de tempo em sua escola em dezembro passado.
“Era um programa de intercâmbio de língua espanhola, e eles estavam voando para casa depois do que provavelmente foi o momento mais maravilhoso de suas vidas”, disse Sylvia Loehrmann, secretária da Educação do Estado da Renânia do Norte-Westfália.
“É tão trágico, tão triste, tão incompreensível”, declarou. A maioria dos alunos tinha cerca de 15 anos de idade.
O Airbus operado pela Germanwings, braço da companhia aérea alemã Lufthansa que oferece voos mais baratos, caiu nos Alpes Franceses, matando todas as 150 pessoas a bordo. A Germanwings confirmou que seu voo de Barcelona a Duesseldorf caiu com 144 passageiros e seis tripulantes.
O prefeito da cidade de Haltern am See, Bodo Klimpel, afirmou que a notícia sobre os relatos de que um avião saído de Barcelona tinha desaparecido se espalhou rapidamente pela escola, e que os alunos começaram a pesquisar por conta própria para tentar saber mais sobre o destino do voo.
“Então, quando o avião não pousou e eles não conseguiram entrar em contato com seus amigos e colegas de classe pelo celular, deduziram que o pior tinha acontecido”, disse o prefeito, que também lutou com as lágrimas durante a coletiva de imprensa.
“Os alunos foram informados de que era grande a probabilidade de que o avião não iria pousar em Duesseldorf”, relatou. “Aí as aulas foram canceladas”.
Os estudantes foram mandados para casa, mas muitos voltaram de tarde com velas e aos prantos para lamentar juntos na escola.
“É o dia mais sombrio da história desta cidade”, disse Klimpel, acrescentando que mesmo assim alguns pais foram de carro ao aeroporto e alguns até a escola. “Estamos em estado de choque. É a pior coisa que se poderia imaginar”.
Ele informou que a escola ficará aberta na quarta-feira, mas que não haverá aulas normais. “Será uma chance para os alunos conversarem sobre essa coisa horrível que aconteceu”.
A cidade fica cerca de 30 quilômetros ao norte de Dortmund e Gelsenkirchen, sedes de dois grandes times de futebol alemães, e cerca de 50 quilômetros ao norte de Duesseldorf.
A igreja de Sixtus, que fica próxima, e outra igreja local abriram as portas para os estudantes, professores e moradores da região em luto, e bandeiras foram hasteadas a meio mastro na cidade de 37 mil habitantes.
O prefeito da cidade espanhola de Llinars del Valles, Marti Pujol, disse à Reuters que intercâmbios como este vinham sendo organizados há vários anos com cidades alemãs, inclusive nas regiões de Duesseldorf, Colônia e Hamburgo.“Todo o vilarejo está arrasado”, comentou Pujol a respeito da comunidade de nove mil habitantes. “As famílias se conheciam... os pais se despediram deles às seis da manhã”.