09 de julho de 2026
Nacional

Para Renan, independência do Banco Central é 'ajuste dos ajustes'

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a defender a formalização da independência do Banco Central. Após a ida do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao Senado nesta terça-feira (31), o peemedebista classificou a medida como o "ajuste dos ajustes".

 

Ag. Senado/Divulgação 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a defender a formalização da independência do Banco Central

"A independência do Banco Central é o ajuste dos ajustes. É isso que vai sinalizar no sentido da previsibilidade, da segurança jurídica, da política monetária. Essa é uma discussão que não podemos sonegá-la, de forma nenhuma, no Parlamento", disse o presidente do Senado.

 

Na segunda-feira, 30, Renan avisou ao ministro que o PMDB iria apresentar um projeto de lei para regulamentar a independência do Banco Central. A ideia é que os diretores do órgão tenham mandatos de cinco anos e não coincidentes com o do presidente da República.

 

Durante a campanha eleitoral de 2014, o tema foi usado pela então candidata à reeleição, Dilma Rousseff, para criticar a adversária Marina Silva (PSB). Em uma peça publicitária, a campanha da petista insinuava que a medida, proposta por Marina, iria tirar a comida do prato dos brasileiros.

 

O PMDB, no entanto, já tentou em outros momentos aprovar a medida. Em 2013, Renan tentou colocar em votação um projeto semelhante. A proposta, no entanto, não prosperou.