|
Polícia Civil/Divulgação |
|
|
|
Marcio pode ter cometido outros roubos com um simulacro |
A Polícia Civil de Bauru, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), conseguiu capturar Márcio Roberto Zanin, vulgo Marcinho, acusado de cometer dois assaltos em estabelecimentos comerciais na região da Vila Independência, no início deste mês. Preso cautelarmente, ele foi levado para a Cadeia Pública de Avaí, mas deve voltar à cidade nos próximos dias para ser submetido ao reconhecimento de outras possíveis vítimas de roubo.
De acordo com a Polícia Civil, Marcinho já havia sido condenado por roubo qualificado em 2009. Na ocasião, ele chegou a atirar contra policiais militares.
No entanto, após obter progressão de regime, acabou ganhando a liberdade. O pedido, no entanto, foi revogado pela Justiça nos últimos meses e o condenado era procurado pela polícia.
Perseguição
A Polícia Civil, contudo, começou a intensificar as investigações sobre o paradeiro de Marcinho, após a suspeita de que ele teria cometido os crimes à mão armada no início deste mês, um deles em um posto de combustível, localizado na quadra 12 da rua Felicíssimo Antônio Pereira, na Vuila Independência, ocorrido no dia em 16 de abril, que terminou com uma vítima de 68 anos agredida pelo assaltante.
Na manhã da última segunda, policiais em campana avistaram o acusado caminhando pela quadra 3 da rua Genkiti Takahashi, no mesmo bairro.
Ele teria tentado fugir para dentro de seu imóvel, que fica na mesma quadra. “Ele correu para os fundos e tentou escalar o muro de divisa para alcançar o telhado de uma área de serviço, mas foi abordado e acabou caindo no chão, da altura do telhado, sofrendo escoriações leves”, detalha o delegado Kleber Granja.
Levado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), Marcinho foi reconhecido por quatro vítimas como sendo o autor do assalto ao posto e a um estabelecimento comercial na quadra 7 da rua Venezuela, ocorrido em 3 de abril.
Simulacro
Na casa dele, os policiais encontraram um simulacro de arma de fogo, algumas peças de roupa usadas durante os roubos, um celular e documentos pessoais de uma das vítimas.
Ele responderá por roubo majorado continuado, cuja pena pode ser triplicada em razão da continuidade delitiva e do emprego de violência e grave ameaça contra as vítimas.