Venho, em nome dos moradores e empresários do Jardim Petrópolis, comunicar e agradecer mais sonho realizado e uma conquista necessária para o nosso bairro, que até pouco tempo, uma década, era abandonado e mais parecia uma vicinal esquecida pelas autoridades de minha amada e ditosa Bauru. E tinha invernada, mesmo!
Hoje, você sobe a rua Coronel Alves Seabra, e em todo trajeto vê máquinas e homens obreiros, trabalhando cada espaço, trazendo mais segurança e melhorias para a zona norte da cidade, que tem a Apiece como referência local, teimosa e persistente no construir sua missão e esperançosa de ser vista, como uma rainha ou morro Dois Irmãos, no Rio de Janeiro, já que o olhar sensível do grande alcaide Rodrigo Agostinho, cedeu mais um próprio ou prédio, em razão do crescimento de suas ações sociais protetivas e educacionais.
Como vivi mais de vinte e cinco anos reivindicando pela Apiece e bairro, tenho que publicamente registrar a felicidade que sentimos quando trafegamos sentido norte da cidade, assim que atravessamos a avenida Nuno de Assis. Sentimos a emoção dos desbravadores dos sertões e revivemos a travessia do Cabo das Tormentas, na figura do gigante Adamastor, na epopeia "Os Lusíadas", do imortal Luiz Vaz de Camões.
Não importa o tamanho de nossas realizações, mas sim, do sonho transformado em realidade, numa ação compartilhada das autoridades e cidadãos efetivos e em constante vigília pelo seu torrão, rua, travessa, esquina ou praça. Como conforta o saber que o poder executivo e demais secretarias ouviram clamor do povo. Afinal, quem sabe mesmo do que precisa é a população de cada pedacinho de nossa terra. A população é protagonista de sua história de vida!
Aproveitando o espaço egrégio desse Jornal da Cidade, clamo ao povo que lute contra a dengue, pois nossa vida e de nossos irmãos numa cidade de espantos, como chamou o poeta, não pode perder para um mosquito intruso e mortífero. Cada um tem que se responsabilizar pela sua casa e rua.. Se continuar como está a proliferação da dengue, não teremos hospitais suficientes para sobreviver ou morrer. Já está nessa rota e por omissão ou culpa dos bauruenses. A solução está em nossas mãos! Pensem nisso. O poder público não pode higienizar casa por casa e a vida é nossa.
Agradecida e feliz com o progresso do Jardim Petrópolis, reconheço que o prefeito Rodrigo Agostinho, jovem, mas com olhar de estadista, mereceu dignamente nossos votos e a vitória flagrante nas urnas.
Professora Catarina Carvalho