Pego cedo no batente
Lá vai o polivalente
Cumprir a sua jornada
Viajando o dia inteiro
Me perdoem os companheiros
Que podei pelas estradas
Tenho hora de saída
Chego na hora marcada
Caminhão que tem canela
Não precisa de banguela
Pra ganhar velocidade
Vou dirigindo contente
A minha máquina quente
Vou conhecendo cidade
Eita caminhão danado
Bonito barbaridade
Meu Ford meu companheiro
Valente canavieiro
Não respeita lamaçal
Não precisa de corrente
Nem atrás nem na frente
Pra sair do canavial
Ele ficou famoso
Virou moda nacional
Com este Ford, meu filho João Carlos
iniciou sua vida de caminhoneiro.
Por: João Antonetti Torrecilha