10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Menino homem ou menina mulher?


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Esse aparente erro evocativo, pela questão de alguns dos antigos, em querer saber o sexo do bebê, recém- nascido no colo de uma mãe, denota, profeticamente, os dois tempos antagônicos, bem diferentes.
Como a polêmica dessa nova cartilha para as crianças escolares, pela Secretaria da Educação, de modo que estas não tenham qualquer dúvida sobre suas próprias escolhas sexuais como também nos demais que já decidiram.
Hoje, em relação à melhor formalização da curiosidade de alguém de que sua criança seja homem ou mulher, algumas mães têm a pronta resposta de que deixará ele ou ela escolher.
Menino homem ou menina mulher? Dá exatamente a ideia desse tempo, pelo zelo da nata preservação sexual, principalmente pelo lado paternal.
Embora esse assunto fosse apenas de fórum íntimo e até oculto (privativo), como de fato o é, tornou-se público, opressivo e modismo, assim já nos adiantamos a uma possível lei (PL 122) que criminizará a qualquer um que emitir uma opinião contrária aos "costumes" GLBT.
Temos a repetição da história bíblica, em que o sodomismo (de Sodoma e Gomorra) está se tomando forma nos lares e, em consequência, nos meios sociais, como as escolas e igrejas em geral (muitas).
Países de maioria católica tendem à aceitação da união de pares. Em nossa cidade, embora o querido ex-padre Beto afirme não ser gay; em recente programa televisivo expressou que boa parte dos sacerdotes os são (homossexuais). Em nossa urbe há a igreja evangélica afim, além dos que congregam nas demais igrejas cristãs (pois são livres para isso). Mesmo que sejamos favoráveis à posição do pr. Silas Malafaia, mas ele se engana quanto à expressividade GLBT, que campeia também no meio cristão - JC 7/6/15 - pág. 25.

Carlos Roberto dos Santos