Na tarde de ontem, reuniram-se o secretário municipal de Saúde, Fernando Monti, presidente da Associação Bauru pela Diversidade (ABD), Rick Ferreira, e o vereador Markinho da Diversidade (PMDB) para discutir o uso do nome social nos atendimentos médicos.
O encontro ocorre após a polêmica ocorrida nesta semana com o professor transexual Daniel Camargo, 25 anos. Na última terça-feira, ele alegou não ter sido tratado pelo nome social na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Geisel/Redentor.
Na pauta de discussões de ontem, esteve a organização e realização de um processo de capacitação para servidores da área da saúde sobre o uso do nome social por transexuais, conforme prevê a Lei Municipal 6525 /14, de iniciativa do verador Markinho.
Fernando Monti destacou que as equipes técnicas da pasta já estão aguardando o contato da ABD para dar início à capacitação dos servidores.
Markinho pontuou que o público que vai fazer uso do sistema também receberá as informações. O processo de capacitação irá contar com a participação da Comissão da Diversidade Sexual da OAB/Bauru, por meio da coordenadora Ana Carolina Borges.
Em relação ao fato desta semana, Monti salientou que não se trata de um problema generalizado, mas sim um episódio que motivou a realização do processo. A primeira reunião de planejamento vai ocorrer na próxima semana.