É Daniel Alves, é Aranha,
é Neymar Jr., é Maju...
que mundo imundo, Chico,
parafraseei-o e fiz o que parece: destruição:
Reclamou daquela vez
como se fosse a última
Brigou no trânsito como se fosse o único
Fingiu respeitar a moça
como se fosse tímido
Roubou o lugar do idoso
como se fosse cívico
Xingou o cidadão como
se amasse o próximo
Furtou o troco no
mercado pensando ser ético
Pediu que todos o seguissem
como se fosse político
Ofendeu os religiosos como
se fosse agnóstico
Quis gritar falsos protestos,
tornando-se ridículo
Deu a moeda na esquina como
se fosse filantrópico
Colou de todos na prova como
se fosse catedrático
Defendeu a diversidade
como se fosse típico
Jogou pedra na Geni e e nos gays como fosse homofóbico
Abraçou falsamente Homos e Héteros como se fosse simpático
Usou o tempo a contratempo a injuriar a Maju em tom suástico
Desejou o negro e invejando ser Ébano, morreu sem túmulo!