| Reuters |
| Isaquias Queiroz conquistou duas medalhas de ouro para o Brasil na canoagem |
O desempenho de ouro da natação brasileira, na noite dessa quarta-feira (15) ajudou a levar o Brasil à terceira posição no quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Já são 16 medalhas de ouro, 14 de prata e 25 de bronze. O Brasil só fica atrás dos donos da casa, com 33 ouros, e dos Estados Unidos, que subiram 28 vezes no topo do pódio. Logo atrás do Brasil, estão Cuba e Colômbia. Os dois países também conquistaram 16 ouros, mas ficam atrás no número de medalhas de prata.
Além das seis medalhas da natação, sendo três de ouro, o Hino Nacional também tocou na disputa do halterofilismo. O atleta Fernando Reis venceu a prova na categoria acima de 105 kg, ao levantar um total de 427 kg em quatro tentativas. A medalha de prata ficou com o Canadá e a de bronze, com o Equador.
O desempenho brasileiro também teve destaque no badminton, com duas medalhas de prata. As irmãs Luana e Lohaynny Vicente, além da dupla Daniel Paiola e Hugo Arthuso, perderam as finais, mas garantiram lugar no pódio. No tiro rápido 25 metros, Emerson Duarte também levou a prata.
No futebol feminino, um placar que traz más lembranças para os brasileiros se repetiu. Mas, dessa vez, a nosso favor. A Seleção venceu o Equador por 7 a 1, com direito a cinco gols de Cristiane, sendo quatro deles de cabeça. "Tenho uma boa impulsão e aproveitei que elas não marcavam. Foi um alívio, na verdade, tirei um peso que estava carregando", disse a atacante ao site do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Cristiane havia deixado o mundial de futebol feminino, no mês passado, sem marcar nenhum gol.
Hoje, em Toronto, o Brasil entra em ação no vôlei de praia e, no tênis feminino, a dupla brasileira Beatriz Haddad e Paula Gonçalves disputa o bronze com as argentinas Maria Irigoyen e Paula Ormaechea.
Brasil vai brigar por sete medalhas no terceiro dia da natação do Pan
Mesmo sem Thiago Pereira, que desistiu de nadar as eliminatórias dos 100 metros borboleta, o Brasil cumpriu bem o seu papel no Centro Aquático nas eliminatórias da natação dos Jogos Pan-Americanos, nesta quinta-feira, em Toronto. Com sete atletas avançou para seis finais, sem que esses nadadores precisassem forçar, economizando energia para as finais da noite. Também garantiu lugar no revezamento 4x200 metros livre feminino.
Nos 400 metros medley, prova na qual é favorito à medalha de ouro, Thiago Pereira economizou nas eliminatórias. Fez o quarto tempo (4min19s92), atrás de dois norte-americanos e um canadense. O jovem Brandonn Pierry, de apenas 18 anos, passou em quinto, com 4min20s59. A expectativa é que, à noite, cada um melhore em pelo menos cinco segundos essas marcas.
Mesmo sem forçar, Daynara de Paula ficou a 0s02 do seu melhor tempo no ano e, com 58s70, foi a quarta mais rápida da manhã. Saiu comemorando as chances reais de uma medalha à noite. Daiene Dias (59s16) avançou com o quinto tempo.
Depois de bater o recorde sul-americano das duas provas que nadou no Pan (200m borboleta e 200m costas), Joanna Maranhão nada nesta quinta-feira a sua prova preferida, os 400m medley. Com 4min45s28, avançou com o quinto melhor tempo à final. A norte-americana Caitlin Leverenz passou com 4min37s74, novo recorde do campeonato e 11.º melhor tempo do mundo no ano.
O Brasil também foi representado, nas eliminatórias dos 400m medley, pela menina Gabrielle Roncatto, de apenas 16 anos. A jovem do Pinheiros fez sua estreia em Jogos Pan-Americanos com o 10.º tempo (4min55s65), fora da final A.
Já os 100m borboleta tiveram as eliminatórias mais forte do dia. Prova disso é que o guatemalteco Luis Martinez fez 52s90, equivalente ao 55.º melhor tempo do mundo, e ficou fora da final. Arthur Mendes Filho quase ficou fora, com 52s85, mas avançou em sétimo. A decisão do ouro terá atletas de sete países diferentes. Thiago Pereira, com o tempo que fez no Maria Lenk, passaria para a final da prova.
O dia acabou com o revezamento 4x200m livre feminino. Assim como nos dias anteriores, a prova tinha menos inscritos que vagas na final. Por isso, a eliminatória servia apenas para desclassificar quem errasse. O Brasil se poupou, com Jessica Cavalheiro, Gabi Roncatto, Larissa Martins e Bruna Primatti. À noite, Manuella Lyrio e Joanna Maranhão devem entrar na equipe, com Jessica e Larissa.
| Atualizado 16/07/2015, às 12h15 |
| Dos 41 países que disputam os Jogos Pan-Americanos 2015, apenas 18 já conquistaram medalha |