09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Professor Rodolpho Pereira Lima


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Poderia chamá-lo de prefeito, presidente da Câmara, vereador ou outros  epítetos,  mas o que realmente Rodolpho foi e sempre será é isto, o dono da áurea de um grande professor. Os baianos provavelmente o veriam como alguém  protegido por Yemanjá, cuja data é celebrada a todo 2 de fevereiro, já que ele é nascido nos 4 de fevereiro. Outro dado incisivo. Por  iniciativa do médico e vereador Paulo Eduardo, Rodolpho vem fazer rebrilhar a medalha de outro grande benfeitor da humanidade como Sebastião Paiva na quarta-feira, dia 12 de agosto. Nascido este rente aos meandros  de um curso d’água  que matava a sede de homens e animais, chamado Bebedouro, algo que veio depois a influir em suas atividades de saciar a sede dos menos favorecidos, Sebastião Paiva atingiu o escalão máximo da espécie humana, tal qual  dizem os admiradores do jeito de lutar de um Abraham Lincoln ou de um Tiradentes. O mesmo se pode dizer do professor Rodolpho, sempre em luta pela justiça das coisas. No prólogo de D. Quixote, Cervantes diz que há uma ordem na natureza. Quando um fato gera outro é inevitável a semelhança entre os dois. Apreciando o modo de atuar do professor Rodolpho Pereira Lima, a sua luta infinita pela  classe, fiquei sempre a me lembrar das coisas boas que ele e Paiva fizeram pela humanidade. Naturalmente uma lembrança que sempre  culmina na frase de Santo Francisco Salles, bispo de Genebra, que dizia: “Uma boa educação é metade do caminho para uma santificação.”

Rui Bertoti