09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Pátria amada? Pátria educadora!


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Vivemos em momento de crise. Todos falam, apontam e demostram suas revoltas decorrentes de dificuldades e frustações sociais vivenciadas ao longo dos dias, semanas e meses.  Em resposta a estes atos começamos a ver representantes do poder aparecerem com maior frequência nos mais variados meios de comunicação. No entanto, não é de mais promessas e teorias que precisamos. Precisamos sim de atitudes quanto à execução de melhorias e mudanças em nossa pátria.

 Certo dia ouvi uma frase que ao mesmo tempo em que se mostra simplista mostra-se também com aspecto reflexivo: “Talvez ao invés de nos preocuparmos com que mundo vamos deixar para nossos filhos, deveríamos nos preocupar com quais filhos deixaremos para o mundo”. 

Simplista, pois nos mostra que primeiro deveríamos cuidar da crise vivida no mais importante grupo social existente em qualquer nação, o familiar. E reflexiva, pois nos faz perceber que para uma pátria sair de qualquer crise ou adversidade, precisa formar e educar seus cidadãos, seus filhos. E não somente com discursos televisivos e teorias já ditas. Mas sim com atitudes, esclarecimentos e execuções de combates às imunidades e desigualdades já costumeiras. Nossa pátria “amada” deve se preocupar com seu povo, com seus filhos, pois essa é a melhor maneira de construir no presente um futuro mais satisfatório.

Em suma, para uma pátria se fazer amada e forte, esta deve primeiro fazer com que a amem. Estamos esperando, Brasil. Seja realmente uma pátria educadora na prática e não só no bordão.

 

 Danilo Ribeiro