10 de julho de 2026
Polícia

Sepultado corpo que estava "preso" no IML


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O corpo que aguardava liberação para sepultamento e estava causando transtornos no IML devido ao mau cheiro recebeu a autorização da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) ontem e foi sepultado às 15h no Cemitério do Jardim Redentor.

Conforme o JC revelou ontem, o corpo de um homem de 33 anos aguardava há 21 dias na câmara fria do IML.

O homem era morador de rua em São José do Rio Preto e teve 60% de seu corpo queimado ao tentar cozinhar em uma fogueira improvisada. Encaminhado para tratamento no Hospital Estadual (HE) de Bauru, não resistiu e faleceu no dia 3 de agosto.

Pessoas com vínculo com o paciente foram encontradas em Tanabi (250 quilômetros de Bauru), mas não demonstraram interesse em realizar o enterro. Desde então, o IML entrou em um imbróglio junto à Emdurb, Polícia Civil e Famesp em busca de uma solução para o caso. O motivo do impasse é que, como pessoas conhecidas da vítima foram localizadas, a responsabilidade não seria dos órgãos públicos.

A Famesp explica que, seguindo o regimento interno, a autorização da diretora do Hospital Estadual foi o suficiente para liberar o corpo para o sepultamento.