09 de julho de 2026
Esportes

Basquete: diário de bordo

Wagner Teodoro, enviado Especial a SP
| Tempo de leitura: 2 min

Davi e Golias
Se dentro da quadra as equipes se equipararam na final do Mundial, fora delas, no orçamento das equipes, existe uma relação de David/Golias entre Paschoalotto/Bauru e Real Madrid. O investimento anual da equipe merengue, que tem em seu elenco uma verdadeira seleção mundial, é de 30 milhões de euros, ou R$ 150 milhões. Na comparação, o montante é aproximadamente 15 vezes o gasto por temporada do time bauruense.

“Virou a noite”
Integrantes da Torcida Fúria foram os primeiros a chegar ao ginásio do Ibirapuera, ontem, para a decisão do Mundial Interclubes. Um ônibus com 50 pessoas saiu de Bauru às 3h30 e os torcedores estavam na porta do ginásio às 8h. Muitos nem tinham dormido, mas a empolgação era inabalável. A Fúria acompanha o Paschoalotto em todos os lugares onde a equipe joga, inclusive em Cancún, onde o time participou de quadrangular pela Liga das Américas.

Casa lotada
A duas horas do início da decisiva partida do Intercontinental entre Paschoalotto e Real Madrid, o balanço da organização do torneio apontava que a carga total de 11 mil ingressos estava praticamente esgotada. No sábado, inclusive, havia fila na calçada do ginásio para comprar entradas. Com horário e data favoráveis, tempo bom na Capital paulista, o jogaço se tornou programa ideal para quem gosta de esporte em São Paulo. Na sexta-feira, o primeiro jogo da final teve público entre quatro e cinco mil pessoas.

O primeiro na quadra
Sergio Rodriguez foi o primeiro atleta a entrar em quadra nas duas partidas da final. Mostrando que somente talento não faz um grande jogador, o espanhol, diante de arquibancadas vazias, fez aquecimento e arremessou incansavelmente da linha dos três pontos mais de uma hora e meia antes do início da partida. Andrés Nocioni, em ambas as datas, foi o segundo a iniciar o aquecimento.