Tenho lido nesse periódico comentários a respeito da CPMF, quase que unanimemente contra. Pois aqui vai uma posição intermediária e parcialmente a favor, com as seguintes considerações.
1. Que não ultrapasse 0,02%, o previsto é de 0,2% (proposto pelo governo). praticamente não onera o salário do trabalhador que ganha de um a três salários mínimos, faixa que o governo subsidia fortemente o projeto Minha casa minha vida.
2. Como é um imposto em cascata, estou sugerindo um décimo do proposto, tentando evitar uma sobrecarga desnecessária à população, especialmente aos mais pobres.
3. Com o proposto, a base de arrecadação aumentaria consideravelmente, pois a fuga da taxação diminuiria e o governo teria como verificar os ganhos de capitais e I.R. das pessoas fisicas e jurídicas, compensando em muito, a taxação proposta.
4. Os auditores fiscais teriam uma ferramenta de grande utilidade e incontestável para verificação das atividades financeiras envolvidas em todas as negociações de mercado (produtos e serviços), que hoje escapam do fisco.
5. Na crise, todos os segmentos da sociedade colaborariam e ajudariam na fiscalização do governo, evitando-se fraudes e corrupção que assolam as administrações em todos os níveis. Certo de ter colaborado para uma melhor distribuição de renda.