Há muitos grupos tentando a descriminalização do aborto. Certa vez, um amigo meu me falou a respeito de um filme ‘O Grito Silencioso’. Contém uma cena de aborto. Só de ouvir já fiquei estarrecido. Hoje esse filme está disponível na internet, mas eu não tenho coragem de assistir.
O sujeito introduz, através da vagina, uma espécie de fórceps, chegando até o útero. Este instrumento é utilizado para retirar os bebês quando há algum problema do parto, mas neste caso é para a prática do aborto. O feto, então, inutilmente procura fugir da ameaça. Não consegue, claro, pois não tem para onde fugir. Um tempo depois, “cansado”, ou o sujeito consegue o seu intento, ele é pego e puxado para fora do corpo da mulher. Nesse instante, ele solta um grito de dor.
Ao saber disso, chego a três conclusões. Aborto é o crime mais covarde que alguém pode praticar. É a pior negação do maior valor da espiritualidade, ou seja, o amor incondicional. Bem, se é negação do maior valor da espiritualidade... Vejamos. No começo dos tempos, o ser humano vivia em hordas e bandos, mal sabia do mundo e das coisas, muito menos do mundo espiritual. Assim sendo, quando adquiriu conhecimentos, foi se elevando consciencial e espiritualmente... Legalizar o aborto é, portanto, regressão, a volta à barbárie. Muito triste, porém verdadeiro. O ser humano evoluiu em tecnologia, mas estacionou (em muitos casos regrediu até) em espiritualidade.