08 de julho de 2026
Internacional

Booking.com visa China e crescimento nos EUA

Por Toby Sterling | Reuters
| Tempo de leitura: 1 min

Depois de uma corrida veloz para dominar as viagens online na Europa ao longo da última década, o Booking.com está buscando uma expansão na China e nos Estados Unidos, disse seu presidente-executivo em entrevista.

Darren Huston, que lidera o Booking.com e sua controladora norte-americana Priceline Group disse que o Booking.com está colocando como meta um aumento de 20% nas reservas através de seu site no terceiro trimestre e ainda tem anos de crescimento pela frente.

"As viagens estão crescendo duas vezes mais que a taxa do produto interno bruto (PIB). As viagens planejadas pelos próprios viajantes estão crescendo mais rápido que os pacotes. E online está crescendo mais que offline. Então nós temos três impulsos", Huston disse à Reuters nos escritórios da Booking.com em Amsterdã.

A Priceline comprou o serviço de reservas de hotéis online Booking.com em 2005, por US$ 133 milhões, em um acordo que se provou um golpe de mestre. Em 2010, a Priceline já havia ofuscado a maior rival, Expedia, que ainda é maior nos EUA e em vendas globais.

A Expedia permanece como a maior competidora da empresa, no que é frequentemente chamado de duopólio, e tem uma parcela de mercado entre os agentes de viagens online nos EUA estimada em 75% após adquirir a Travelocity e a Orbitz. Os negócios da Priceline - reservas e venda de pacotes de viagens com descontos - têm cerca de 20%.

"Temos muito mais a fazer nos EUA", disse Huston, adicionando que a companhia apenas iniciou as campanhas de anúncios da marca Booking.com em 2013, uma razão pela qual ainda tem um perfil relativamente baixo por lá.