Na correria, diariamente, batemos de frente, com os por quê!
Por que, no início, meio e fim! São tantos os porquês, que, muitas vezes, nos indignamos, mas, por quê? Fica difícil imaginarmos nossas vidas, sem os porquê!
Por que existimos, por que viemos e por que partimos? Por mais que busquemos uma resposta, os porquês tendem a nos confundir!
Por que, dragando sonhos!
Por que levando amores!
Por que o dinheiro não deu?
Por que o sonho do carro zero virou pesadelo? Por que o teto desabou, o chão se abriu, engolindo o sonho da casa própria?
Fica o questionamento da ausência e do seu vazio! Por que “só o silêncio falou mais alto”? Por que nossas vidas viajam nas asas dos porquês?
Por que, nossas vidas, são caminhos com tantos porquês?
...No início, meio e fim!
Por quê?