09 de julho de 2026
Política

Bauru e região levam 40 pessoas à convenção do PMDB

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

Cerca de 40 pessoas de Bauru e região, filiadas ao PMDB, compareceram, ontem pela manhã, à convenção estadual do partido, realizada na Assembleia Legislativa (AL), em São Paulo. Na oportunidade, o deputado federal Baleia Rossi foi reconduzido à presidência estadual da sigla, em chapa única.

O prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, também voltará a integrar a executiva estadual do PMDB. Já o vereador licenciado e secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda de Bauru, Renato Purini, integrará o diretório estadual e representará os vereadores paulistas nas reuniões da executiva. Ambos participaram da convenção, assim como o vereador Markinho da Diversidade e a vereadora Telma Gobbi, que já estava em São Paulo, informaram.

Mas o vereadores Antonio Faria Neto e Artemio Caetano Filho não compareceram. O último enfrentou problemas de saúde. Militantes de municípios como Reginópolis, Arealva, Cabrália Paulista e Agudos fretaram ônibus e seguiram para a Capital. Na ocasião, acompanharam o vice-presidente Michel Temer afirmar que o PMDB tem sido fundamental na solução das crises do Brasil (leia mais na página 27).

O prefeito Rodrigo Agostinho concorda com ele, já que pelas dimensões da legenda, qualquer projeto proposto no Congresso, depende muito do posicionamento da sigla. “Mas temos de sair logo dessa crise”, comenta o chefe do Executivo. No entanto, a senadora Marta Suplicy, recém-aportada no partido, não perdeu a chance de criticar o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “Mas a tônica da convenção foi o fortalecimento do partido em nível nacional com a construção de uma candidatura própria em 2018”, acrescenta Renato Purini.  De acordo com ele, a expectativa é que o PMDB também lance candidato próprio ao governo do Estado de São Paulo e aumente o número de prefeitos no Interior. Ele admite que parte da sigla acompanha a posição de Baleia Rossi, segundo quem a legenda deve diminuir seu espaço no governo Dilma. Ainda assim, assuntos polêmicos como o futuro do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não foram tratados publicamente, conclui Purini.