| Fotos: Aceituno Jr. |
| Vítima teria reagido a assalto; ladrão foi preso nesta madrugada na região do Jardim Redentor |
| Assassinato de Guilherme Borges (no detalhe) atraiu muitos moradores do bairro e a polícia preservou o local para a perícia técnica |
| Divulgação |
O auxiliar de telemarketing Guilherme de Mendonça Borges, de 23 anos, foi assassinado a facadas na noite dessa quarta-feira (11), na quadra 3 da avenida do Hipódromo, na Vila Carolina, em Bauru. Segundo relatos de moradores e suspeitas da Polícia Militar (PM), tudo indica que o crime seja latrocínio – roubo seguido de morte.
O jovem, que planejava cursar o ensino superior e morava nas proximidades, teria sido abordado por um assaltante na quadra 3 da avenida do Hipódromo, Jardim Carolina, e se negado a dar seu aparelho celular, culminando em uma luta entre eles.
Por volta das 21h45, o Corpo de Bombeiros e a PM foram acionados. A Unidade de Resgate (UR) foi quem constatou o óbito. Segundo a PM, testemunhas teriam visto a vítima e um outro rapaz, cujas características não foram informadas, brigando e um deles estaria armado de faca – que não foi encontrada.
No local, curiosos, amigos e familiares se aglomeravam e buscavam uma resposta pelo crime que comoveu os moradores daquela região. A Polícia Científica foi acionada para realizar o trabalho de perícia técnica.
Até por volta das 23h30 ainda não havia a confirmação do número de facadas que ele sofreu. Porém, de acordo o 4º Batalhão da Polícia Militar, por volta das 2h desta quinta-feira (12), após denúncia de um homem que tentava vender um celular - possivelmente roubado -, foi abordado Eduardo Graziani, de 35 anos, com o celular LG desta vítima assassinada nessa quarta (11), no avenida do Hipódromo. No veículo dele, inclusive, foi localizado, sobre um dos bancos, uma faca. Eduardo foi detido e encaminhado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde foi preso e autuado em flagrante delito. Ele não tem antecedentes criminais, mas teria confessado aos policiais ser usuário de entorpecentes. A Polícia Civil investiga o caso.
O JCNET acompanha o caso.