08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

O que acontece, CPFL?

Ivan Tobias
| Tempo de leitura: 2 min

Venho por meio dessa conceituada coluna mui respeitosamente questionar a CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz sobre os recentes fatos ocorridos onde resido. No sábado caiu uma fase da energia do condomínio por volta de dez horas e só retornou ao fornecimento normal às quinze horas. No domingo à noite novamente, na segunda-feira novamente pela manhã e também pela tarde. Já perdi tudo (alimentos etc) de geladeira e frezzer duas vezes e aparelhos eletrônicos, quantos queimaram... Já perdi até a conta durante a falta de energia e a demora no reabastecimento de energia. Nunca liguei à CPFL para reclamar ou ainda pedir o ressarcimento de tudo que perdemos em casa.


Mas ultimamente minha paciência está se esgotando de tanto o condomínio ficar sem luz apenas na antiga Rua Nove, que atualmente se chama Rua João Croce. E minha inteligência está se desdobrando para entender o seguinte: por que a CPFL, já sabendo após inúmeras faltas de energia e/ou falta de abastecimento de energia em uma fase, que o problema é sempre no mesmo poste, na mesma rua, então por que “cargas da água” já não estudam o problema melhor e resolvem definitivamente?


Outro fato ocorrido praticamente junto à esse narrado é que todas os moradores dessa rua e a portaria, inclusive, ligamos na CPFL e ninguém atende, a linha simplesmente cai ou a gravação diz: serviço temporariamente indisponível... Não é direito assegurado por lei? Inclusive recebi essa informação no Procon, que toda empresa tem que tê-lo, uma central de atendimento ao cliente. Então, simplesmente nos atendam, dêem satisfação ao seu consumidor, temos filhos que estão sem TV, sem luz para brincar, estudar, etc... Ou simplesmente resolvam o problema. Inclusive no momento em que escrevo essa matéria, falta uma fase de energia. É de meu conhecimento também que os fatos narrados aqui se repetem “igualmente” em outros condomínios, e se o problema se estende na cidade toda não sei.


Tomei a iniciativa de procurar a imprensa e tornar públicos tais fatos porque ninguém que pelo menos eu tenha sido informado e ou tenha conhecimento tomou iniciativa onde resido. Tomo eu então, pago condomínio, pago IPTU, pago CPFL, tenho os meus direitos amparados na lei.


Com todo respeito, após a narrativa destes fatos, peço encarecidamente à CPFL que não se torne a “Companhia Paulista de Falta de Luz”, não nos deixe “a ver navios” ou ainda melhor, sem energia. Eu ainda acredito que resolverão esse intempérie da melhor maneira possível, é o que esperamos, muito obrigado.