11 de julho de 2026
Geral

Reunião define novos pontos de interdição na av. Nações Unidas

Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 3 min

Priscila Medeiros/Divulgação
Sidnei Rodrigues conversou com os diferentes órgãos na reunião realizada nessa sexta-feira (27)

A segunda reunião, realizada nessa sexta-feira (27), para a atualização do plano de contingência contra enchentes do município definiu novos pontos de interdição para a avenida Nações Unidas em dias de chuva forte. Além do trecho sob o viaduto da antiga Fepasa, devem ser bloqueados outros três acessos à via, em ambos os sentidos: os do cruzamento com a avenida Rodrigues Alves; os localizados entre o viaduto da avenida Duque de Caxias e o Parque Vitória Régia; e os acessos que ficam na parte alta da avenida, entre as quadras 29 e 32.

Segundo o secretário municipal de Obras, Sidnei Rodrigues, depois das interdições, equipes da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) e do Corpo de Bombeiros permanecerão posicionados em todos os pontos para a coordenação do trânsito e acompanhamento caso haja necessidade de resgate de vítimas. “Todos estes locais deverão ser sinalizados com placas refletivas, com um mapa didático e objetivo indicando a rota que os motoristas deverão seguir para desviar da enchente”, adianta.

Rodrigues esclarece que cancelas ou telas flexíveis poderão ser utilizadas como barreiras nas interdições. “A tela é um material normalmente usado em vias que estão em obras, com é o caso da avenida Nuno de Assis. Mas, independentemente da escolha, as barreiras serão removíveis e ficarão a uma altura de cerca de um metro e meio, para que não sejam levadas pela água”, detalha.

A melhor alternativa, contudo, ainda será estudada e deverá ser implantada em caráter experimental na altura da Nações com o viaduto da antiga Fepasa, ainda em dezembro, quando há previsão para início dos simulados periódicos que pretendem treinar e reduzir o tempo resposta de todos profissionais envolvidos neste tipo de atendimento de emergência.

Rescaldo

Outros pontos também cotados para receber as barreiras futuramente são a rua Benevenuto Tiritan, entre a avenida Comendador José da Silva Martha (na altura da linha férrea) e a rua Calixto Saddo Cury; e a rua José Bastos, quase no cruzamento com a rua Bernardino de Campos, para impedir que os motoristas trafeguem pela quadra 1 da avenida Alfredo Maia. Interdições poderão ser instituídas emergencialmente em outros endereços, como as imediações da Praça do Relógio, que serão monitoradas à distância.

“Mesmo que, nestes casos, a interdição seja eventual, as equipes responsáveis já estarão determinadas”, salienta Rodrigues. Esta atribuição de tarefas, considerada medida crucial para que o plano de contingência comece a ter eficiência e agilidade, também foi imposta para o trabalho de rescaldo.

De acordo com o secretário, equipes já foram designadas para realizar, com a maior rapidez possível, a limpeza de pontos específicos de vias de grande fluxo de veículos onde habitualmente há acúmulo de terra, como as avenidas Nações Unidas e Castelo Branco. Já para a remoção de árvores derrubadas pela força dos ventos, a distribuição de tarefas passa a ser responsabilidade do Corpo de Bombeiros.

A ideia é que as árvores maiores e mais complexas sejam retiradas por homens da corporação e as demais, por equipes da demais, com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Emdurb.