| Divulgação |
| Quase tudo pronto: elenco ensaia e faz os últimos ajustes para a apresentação da peça |
“O Labirinto” é uma livre inspiração do livro “Normose” de Pierre Weil, Roberto Crema e Jean Yves-Leloup, mais os textos “Palhaços” de Timochenco Wehbi, “O santo inquérito”, de Dias Gomes, e “Vestido de noiva”, de Nelson Rodrigues. É isso tudo que estará em cena nesta quinta-feira (10), no Teatro Municipal. As informações são dos organizadores.
Partindo dos elementos teóricos e práticos trabalhados ao lado do processo, como respiração abdominal, postura neutra, foco, concentração, ritmo, fragmentação, mantras, posturas de yoga e meditação, este ano, o Núcleo Solar de Teatro resolveu retomar o tema normose (patologia da normalidade), que começou a ser estudado no ano de 2007, aliado aos textos dramatúrgicos que versam sobre poder, submissão, sexo, traição, corrupção, dinheiro, espiritualidade e humor.
São dez cenas curtas que refletem angústia, incômodo e necessidade de busca um novo paradigma para o caos instalado. O núcleo Solar de teatro existe há 12 anos dentro da Divisão de Ensino as Artes, da Secretaria Municipal de Cultura, e já realizou 17 trabalhos desde então. Ao longo desse trajeto montou, além de textos próprios, adaptações de Franz Kafka, Albert Camus, Herman Hesse, Federico Garcia Lorca, Jack Kerouac, entre outros.
SERVIÇO
Hoje tem a peça “O Labirinto”, às 21h, com entrada franca, no Teatro Municipal de Bauru (avenida Nações Unidas, 8-4. Realização: Secretaria Municipal de Cultura.