10 de julho de 2026
Polícia

Polícia Militar Ambiental flagra novamente caça de pássaros silvestres em Bauru


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Polícia Militar/Divulgação
Policiais ambientais recuperam pássaros silvestres

Na tarde desta sexta-feira (11), a Polícia Militar Ambiental de Bauru novamente flagrou caça de pássaros silvestres na cidade. Desta vez, o flagrante ocorreu em um pesqueiro localizado na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), sentido Marília.

Após denúncia, uma equipe de policiamento ambiental deslocou-se até o local com informações que dois homens em um Golf Azul com placas de Bauru estariam no interior do pesqueiro caçando pássaros silvestres com armadilhas.

Durante fiscalização, os policiais visualizaram dois homens, que em um primeiro momento correram para o interior da mata existente no local, deixando duas gaiolas com alçapões com dois coleirinhos papa-capim penduradas em árvores que estavam sendo utilizados como "chama", método para atrair pássaros silvestres.

A equipe realizou buscas pelo pesqueiro, localizando o Golf com dois homens tentando sair do local sem que os policiais percebessem, mas sem sucesso. Eles foram abordados e acabaram confessando a caça e a propriedade das gaiolas que estavam na mata.

Diante do constatado, os dois homens, um de 20 anos e o outro de 21, ambos moradores de Bauru, foram conduzidos à Central de Polícia Judiciária (CPJ) e autuados em flagrante por crime ambiental de caça de animais silvestres. A Polícia Ambiental aplicou auto de infração ambiental em cada infrator no valor de R$ 1.000,00 pelo ato de caça e após registro de boletim de ocorrência, os infratores foram liberados para responder processo criminal em liberdade.
Os pássaros que estavam no local por apresentarem sinais recentes de captura, foram reintroduzidos em seu habitat natural após avaliação veterinária.

A Polícia Militar Ambiental lembra que a caça e a posse ilegal de animais silvestres em cativeiro, é proibida pelo Art. 29 da lei 9605/98 em todo território nacional, com uma pena de 6 meses a 1 ano de detenção, além de multa administrativa que varia de R$ 500,00 a R$ 5.000,00 por animal silvestre em situação de cativeiro sem autorização ambiental.