09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Combate ao Aedes Aegypti

Guilherme Garmes Filho
| Tempo de leitura: 1 min

Por volta de 1938, houve uma epidemia de maleita provocada por mosquitos que se criavam em certas águas. Em Avaí, onde nasci, logo de madrugada formava filas de quarteirões com pessoas deitadas as quais tinham chegado de trem e aguardavam a abertura do Posto de Malária. Eram doentes de Avaí e outras localidades. Posto de atendimento só existia em Avaí e Penápolis.


Constatou-se, então, que em certos casos os mosquitos desovavam dentro de certos poços ou recipientes. Diante disso, o Posto de Malária sugeriu que se colocasse guaru ou lambari dentro das áreas afetadas, pois os peixes comiam as larvas do mosquito, diminuindo, assim, os causadores da maleita.


Estou relatando este fato, visto que no jornal Estadão de 20/12/2015 informou-se que em Itapetim, localidade situada no Nordeste, houve grande diminuição do aedes aegypti com a utilização de piabas colocadas nos reservatórios. O índice de infestação, que era de 13%, baixou para 2,4%.