| Arquivo/Reuters |
| Bowie no filme “Labirinto” (1986), de Jim Henson |
Nas redes sociais, muitos internautas se manifestaram sobre a morte de David Bowie e o JC perguntou a alguns dos bauruenses qual o legado cultural do artista na opinião deles.
“Bowie foi grande até na hora da morte. Além de não submeter os fãs às agruras de sua doença, esforçou-se para presenteá-los com um belíssimo álbum de despedida. Descanse em paz, mestre. Sua arte nos encantará para sempre”. Rogério Rocco, das bandas Pop Grooves e Lex Go!.
“David Bowie é um desses artistas singulares, que pôde reinventar-se ao longo das décadas, sem perder o caráter vanguardista. Por isso, um gênio”. Bruno Emmanuel Sanches, editor da página escutaessablog.wordpress.com.
Cantor, compositor, ator, performático... David Bowie me acompanhou em todas as fases da minha vida e continua influenciando outras gerações! Outro dia mesmo, apresentei o filme ‘Labirinto’ para meus sobrinhos... O outro lado está ficando cada vez mais interessante e rico culturalmente!”. Leda Rafaela, cantora, apresentadora e atriz.
“Bowie foi o ícone mais incrível do rock mundial. O artista se vai, mas sua obra fica conosco para sempre em nossos ouvidos...”. Emer Pol, músico
“Além de excepcional cantor e compositor, David Bowie contribuiu também como ator... Nunca esquecerei da sua atuação em ‘Apenas um gigolô’, de 1979, quando Bowie atua e canta ao lado da inesquecível e diva Marlene Dietrich... Um clássico!” Antônio Walter Júnior, professor de Arte Literatura e Cultura da USC.