09 de julho de 2026
Articulistas

Todos unidos contra o Aedes

Alexei Lisounenko
| Tempo de leitura: 2 min

Prezados pré-candidatos aos cargos de vereador e prefeito, prezado prefeito Rodrigo Agostinho, ilustres vereadores, povo da cidade de Bauru. Estamos num ano de crises, e de todas as atuais crises a da saúde não pode ser perdida! Entramos no ano de 2016 vivenciando as Pragas do Egito, já tivemos a chuva de pedras (as chuvas  de janeiro foram tão fortes que destruíram cidades), agora vem a praga dos mosquitos. Dia 26 de janeiro ficará conhecido como o dia do primeiro caso de zika vírus em Bauru, um problema que estava tão longe de nós, bauruenses, que só víamos pela TV, agora está em nosso território, o que era distante agora se tornou um perigo iminente. Por esta razão escrevo a todos que aqui vivem!


Independente de partido, ideologia, objetivo político, crença, é hora de nos unirmos em busca de um único objetivo: eliminar o maior terror da nossa atualidade, o Aedes aegypti! Em 2015, seis vidas foram perdidas e 8.543 pessoas foram infectadas. Se achou muito, imagina o número que podemos alcançar em 2016? Se for difícil fazer uma campanha única, que façamos várias campanhas individuais, mas com o mesmo objetivo. Temos que exterminar esse mosquito de uma vez por todas. Da mesma forma que acredito que nossa sociedade só evoluirá através da educação, afirmo que a educação é a arma mais eficiente para vencer esta guerra.


Pois esse mosquito precisa de um habitat específico para se proliferar. Grave em sua mente que não podemos deixar água parada, devemos jogar lixo no local apropriado, temos que ser vigilantes. Escolas, lancem a campanha de “Caça ao Aedes”, onde as crianças sejam ensinadas a cobrar de seus pais e próximos um comportamento mais cuidadoso. Lembre se, não adianta somente cobrar do nosso prefeito ou presidente ações se nós não colaborarmos, afinal, muitos mosquitos nascem em lugares privados.


O cidadão ativo e fiscalizador é o primeiro passo para a melhoria de uma sociedade. Finalizo meu apelo pedindo que o leitor reflita o seguinte, a dengue, a febre chikungunya e o vírus zika não fazem nenhuma discriminação de raça, credo, status social, resumindo, todos somos alvos em potencial. Chega de sofrer e perder para um mosquitinho, temos que nos mobilizar em busca do bem comum, a nossa saúde! Fico à disposição para quem quiser entrar em contato e juntos unirmos forças! Um forte abraço!


O autor é maestro - alexei.lisounenko@hotmail.com