O Instituto Ética Saúde (IES) - Acordo Setorial Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos - passa a ter personalidade jurídica. A decisão foi ratificada pela Assembleia Geral do Ética Saúde reunida nesta terça, 26 de janeiro, no Hotel Golden Tulip Lorena, em São Paulo.
O presidente do IES, Glaucio Pegurin Libório, destacou que o Ética Saúde, em menos de um ano, cresceu e ficou maior do que a própria Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes - ABRAIDI, idealizadora da iniciativa, juntamente com o Instituto Ethos. "Servidores de saúde, profissionais de saúde e pagadores, como os hospitais e convênios médicos, querem também aderir ao Ética Saúde, além dos já presentes distribuidores e fabricantes. Era essencial ter personalidade jurídica e ainda mais independência", esclareceu Libório.
O presidente do IES traçou um breve histórico do Ética Saúde, desde o lançamento em meados do ano passado. Relembrou as conquistas e sinalizou para os próximos passos a serem seguidos. "Quando olhamos para trás nos surpreendemos com tudo que foi feito em tão pouco tempo. Deixamos de ser um setor sob suspeita para nos transformarmos em referência de integridade", constatou Libório.
O presidente ressaltou que as atitudes permanecem em mudança. "O Instituto Ética Saúde nasce com um debate ainda mais amplo. A legalidade hoje é um fato. Discutimos, por exemplo, que apesar de legal, o pagamento de comissão para um hospital ao utilizar o material A, B ou C não é ético. A sociedade não tolera mais essa relação", completou.
A diretora-executiva do Instituto Ética Saúde, Claudia Scarpim, apresentou os números do Canal de Denúncias, em funcionamento desde junho do ano passado. Foram 241 denúncias envolvendo 424 empresas ou pessoas, sendo 197 denúncias anônimas e 44 identificadas. "A maior parte veio pelo site (www eticasaude.com.br) e depois pelo atendimento telefônico 0800 741 0015", informou.
Claudia Scarpim destacou que reuniões estão sendo feitas com inúmeros órgãos governamentais para dar o devido encaminhamento ao material apurado pelo Canal de Denúncias.
Durante a Assembleia Geral foram apresentados os quatro grupos de trabalho formados para dar mais sustentação ao IES. O primeiro será o Monitoramento de Compliance que irá preparar relatórios gerenciais quantitativos e qualitativos dos associados. "A partir de hoje todas as associadas terão seis meses para montar um sistema interno de integridade", informou Claudia Scarpim. Os demais grupos serão: Relações Institucionais que estabelecerá convênios contínuos com órgãos públicos para o encaminhamento das informações apuradas pelo Canal de Denúncias e troca de informações sobre o setor; Educação e Sensibilização para aprimorar e promover as práticas éticas de mercado e qualificar os associados; e Produtos e Serviços que serão oferecidos à sociedade pelo IES, como o cadastro positivo de empresas.
"Estamos seguindo um caminho de depuração tão bom que irá faltar distribuidor no mercado. Quem priorizar a integridade e o combate à corrupção e ao suborno ganhará clientes", prevê Claudia Scarpim. "E quem não fizer o dever de casa será eliminado pelo fabricante, mercado ou por órgãos de controle", finalizou Glaucio Pegorin.
Depois de Glass ser atacado por um urso, Fitzgerald fica encarregado de lhe fazer companhia até sua recuperação - ou morte - enquanto o grupo segue adiante. Só que ele não cumpre o prometido. "Há uma verdade que Tom trouxe a Fitzgerald sem torná-lo um personagem abertamente do mal. Você se identifica com ele", disse DiCaprio, também produtor do longa, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo. "Ele está tentando sobreviver tanto quanto Glass, mas num contexto diferente. E Tom é um ator tão instintivo, tão imerso em seu papel que, realmente nós nos conectamos por meio desse mundo existencial, natural." DiCaprio afirmou que insistiu para ter Hardy no filme, "porque Fitzgerald precisava dessa compaixão, não queria que ele fosse um inimigo calculista".
O inglês de 38 anos tem fama de intenso, mas, na entrevista, está calmo e minimiza as dificuldades no set. "Só o clima era frio. Mas isso era essencial para termos o filme, porque se trata de viver na natureza, uma natureza severa", disse. "Esses caras passaram por coisas bem complicadas. Suponho que, se você nasce num ambiente como aquele, adapta-se a ele." Condições extremas não são novidade para o ator, que também está em Mad Max: Estrada da Fúria, que concorre a dez Oscar. A produção de George Miller foi adiada por anos, também por conta das mudanças climáticas. No fim, foi rodada, durante seis meses, no deserto da Namíbia. Os esforços valeram a pena: ao todo, os dois longas estrelados por Hardy somam 22 indicações ao Oscar.