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A Polícia Militar deteve e a Polícia Civil ratificou a prisão de uma quadrilha suspeita de praticar uma série de assaltos a residências de Bauru. Os seis homens foram encaminhados e qualificados na Central de Polícia Judiciária (CPJ).
Já tinham antecedentes por roubo Leandro Lopes Ramos, 35 anos, conhecido como Leandrinho; Alberto Domingos Marques, 38 anos, vulgo Beto; Anderson Rodrigo Maurício, 33 anos, de apelido Febem; e Rogério dos Santos, 38 anos, conhecido como Tatu. Também foram presos Lenon Lopes Ramos, 21 anos, irmão de Leandro, e Rodrigo Cardoso da Silva, 29 anos, vulgo Digão, que já possuía passagens por tráfico.
Conforme o JC divulgou, o bando foi detido na última quinta-feira (28) por uma equipe da Força Tática da Polícia Militar. Com várias informações reunidas ao longo da semana sobre ocorrências de roubos a residências, os policiais que realizavam patrulhamento observaram ocupantes de um Gol e de uma Titan conversando nas imediações do Terminal Rodoviário. Como os veículos já haviam sido citados em denúncias, foi tentada a abordagem. A moto, em que estavam Anderson e Rogério, foi parada. Já o Gol, ocupado por Leandro, Rodrigo, Lenon e Alberto, só foi interceptado, após perseguição, na quadra 2 da rua João Abo Arrage, na Vila Universitária.
Com o grupo, foram localizados um revólver calibre 38 com numeração raspada e cinco cartuchos intactos, toucas ninja, cordas, luvas, blusas e um rádio HT sintonizado na frequência da PM. No bolso de um dos abordados foi encontrada uma chave de outro veículo, uma Parati, que estava em um estacionamento.
Dentro dela, havia um celular com mensagens de SMS para os outros indivíduos, denotando o planejamento de um crime. Também foram apreendidas anotações com o endereço residencial e placas do veículos da próxima vítima, que teria contratado, há duas semanas, um buffet de propriedade de um parente dos irmãos que integravam a quadrilha, sendo Lenon reconhecido como um dos funcionários que estiveram na casa. Eventuais vítimas da quadrilha, agora identificada, devem formalizar denúncia na CPJ ou por meio do telefone 181.